domingo, 31 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Joao Ubaldo Ribeiro
Vale a pena conferir esse texto.
Joao Ubaldo Ribeiro
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segunda-feira, 31 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 18 de julho de 2008
MULHERES COM MAIS DE 30

A medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30; Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar; Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na tv, não fica à sua volta resmungando, vai fazer alguma coisa que queira fazer... E geralmente é alguma coisa bem mais interessante; Ela se conhece o suficiente para saber quem é, o que quer e quem quer. Elas não ficam com quem não confiam; Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem. Você nunca precisa confessar seus pecados... Elas sempre sabem... Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens... Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!!! Você nunca precisa se preocupar onde >se encaixa na vida dela, basta agir como homem e o resto deixe que ela faça... Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos!!! Infelizmente isto não é recíproco, pois para cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada e sexy, existe um careca, pançudo em bermudões amarelos bancando o bobo para uma garota de 19 anos...Senhoras, eu peço desculpas!!!Para todos os homens que dizem: "Porque comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?", aqui está a novidade para vocês: Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê???
"Porque as mulheres perceberam que não vale a pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça!".
Nada mais justo!!!
ARNALDO JABOR
domingo, 20 de abril de 2008
Vale a pena refletir!!!

Brasil
-Brasileiro é um povo solidário.
Mentira. -Brasileiro é babaca.
Mentira. -Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONGs de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...
Aceitar que ONGs de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade...
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária. -Brasileiro é um povo alegre.
Mentira. Brasileiro é bobalhão. -Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo. -Brasileiro é um povo trabalhador.
Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência.
- O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar três dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.Brasileiro é um povo honesto. Mentira. - Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
- Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça. 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora.
Mentira. - Já foi.Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime. Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como "aviãozinho" do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar dois ou três, mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos têm direitos, mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso? Pense! O famoso jeitinho brasileiro.Em minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um gato" puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa... O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950.
Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram... Brasil, o país do futuro! Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo. Deus é brasileiro. Puxa, essa eu não vou nem comentar... O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais à manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira. Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar.
Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse texto, meus sentimentos amigo continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, biodiesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabor
Mentira. Brasileiro é bobalhão. -Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo. -Brasileiro é um povo trabalhador.
Mentira. Brasileiro é vagabundo por excelência.
- O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar três dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.Brasileiro é um povo honesto. Mentira. - Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
- Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça. 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora.
Mentira. - Já foi.Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime. Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como "aviãozinho" do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar dois ou três, mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos têm direitos, mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia. Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso? Pense! O famoso jeitinho brasileiro.Em minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um gato" puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa... O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950.
Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram... Brasil, o país do futuro! Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo. Deus é brasileiro. Puxa, essa eu não vou nem comentar... O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais à manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira. Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar.
Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse texto, meus sentimentos amigo continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, biodiesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabor
FAÇA A SUA e REPASSE! !
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
A IDADE DE SER FELIZ.

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.
-Mário Quintana-
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.
-Mário Quintana-
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Apaixone-se !!!

"Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estasfórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"
John Lennon
domingo, 7 de outubro de 2007
Ser Aceito !!!

Ser aceito não é receber a concordância. É receber até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é como pessoa. Ser aceito é realizar a plenitude do sentido do verbo latino "accipio": - receber, tomar para si, acolher, perceber, ouvir, compreender, interpretar, sofrer, experimentar, aceitar... Ser aceito é ser percebido antes mesmo de ser entendido. E ser acolhido antes mesmo de ser querido. E ser recebido antes mesmo de ser ouvido. É ser compreendido antes mesmo de ser conhecido. É, pois, um estado de compreensão prévia, que abre caminho para uma posterior concordância ou discordância, sem perda do respeito fundamental por nossa maneira de ser.
Quer fazer alguém feliz? Aceite-o. E depois discorde à vontade. Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de longo alcance do que apenas os racionais. Implica intuição, compreensão milagrosa, conhecimento efetivo e afetivo do universo interior, cuidado com as cicatrizes e nervos expostos. Ser aceito revela, renova e faz crescer a nossa melhor dimensão.
Quer fazer alguém feliz? Aceite-o. E depois discorde à vontade. Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de longo alcance do que apenas os racionais. Implica intuição, compreensão milagrosa, conhecimento efetivo e afetivo do universo interior, cuidado com as cicatrizes e nervos expostos. Ser aceito revela, renova e faz crescer a nossa melhor dimensão.
Ser aceito é rememorar um momento de medo que foi aplacado, um olhar de amor e carência que encontrou resposta e afago, uma perda de si mesmo atendida no instante em que se deu, um exercício de bondade que não encontrou reprimida, julgamento, cobrança, medo, desconfiança ou agressão. Ser aceito é não ser preciso explicar. É não ser preciso definir. É não ser preciso ter para dar. É não ser preciso agradar. É não ser preciso embelezar, dourar a pílula, contabilizar o afeto ou ficar bem com os outros. Ser aceito é o milagroso mistério do afeto dos que não cobram retorno ou gratidão.
Artur da Távola
Artur da Távola
sábado, 6 de outubro de 2007
A mãe é sempre boa?

A mãe é sempre boa? Todas as mães são boas?
Estas perguntas devem pautar o existir de todo o ser humano nascido de uma mãe… pois ainda não vimos alguém nascer de um útero artificial.
Sabemos que uma mãe não é sempre boa, pois se assim for, estará incorrendo na tentação do amor perfeito ou do mito do amor materno. Ser bom e ser mau, é condição humana, assim como é condição de todo ser vivo. Assim como o sol é bom quando em uma manhã de verão podemos fazer um delicioso lazer na praia; o mesmo sol poderá ser mau, na medida que queima e castiga plantações em períodos longos de seca. Por que não, a mãe ser boa e ser má?
Porém, a mãe boa, dentro de uma perspectiva de estabilidade do vínculo materno/filial, é aquela que consegue estabelecer critérios de um permanente estado de vínculo com o filho em relação à manutenção do afeto. É o que Winnicott, psicanalista inglês na qual pauto meu trabalho em ludoterapia, estabelece como “mãe suficientemente boa”, em que proporciona o encontro do vínculo afetivo pelas necessidades fisiológicas desde a amamentação até os processos de seperação, gerando confiança na criança que o peito que está sendo oferecido pela mãe é um gesto de querer, do desejo de nutrir. Também, já nas fases de independência do crescimento infantil, a motivação da mãe para ver o filho andar, e se desapegar na conquista do mundo, é uma motivação movida pela vontade de ver o filho crescer. É o processo de desapego para que o bebê passe à criança versátil e autônoma. Assim, quando uma criança consegue sentir que aquela mãe que o nutre e que posteriormente o estimula provida de um profundo amor, levará a criança a não temer a sua própria solidão.
A “mãe suficientemente boa” cria condições de separação gradual, oferecendo elementos de suporte ao filho em processo de crescimento. Outro elemento forte na teoria e Winnicott, é o “objeto transicional” utilizado pela criança como um mecanismo utilizado no processo de separação, em que nomeia um objeto externo ao vínculo, para aos poucos reparar as perdas na separação com a mãe. Consideramos “objeto transicional”: chupeta; fraudinha; bichos de estimação, etc., que são colocados no mundo da criança, de forma sábia, para que a mesma vá elaborando os lutos da separação. “Luto” ou “melancolia” são conceitos muito bem traçados pela psicanalista Melanie Klein, a qual também utilizamos em nosso processo estruturante para a terapia infantil.
Para o leitor visualizar melhor o que estou elaborando como mãe boa, trago uma cena muito comum para as mães em processo de amamentação do filho: - o recém nascido, absorto em seu sono profundo, cujas principais atividades é mamar e dormir, aos berros, acorda pedindo peito (leite). A “mãe suficientemente boa”, ao despertar-se com os berros do bebê, imediatamente prepara seus seios, higieniza-os para oferecer ao filho ganancioso pelo alimento, sugando desesperadamente os seios. Nos primeiros meses, para o bebê, os seios é como se fosse parte do corpo dele, onde mãe e filho se fundem como se fosse um, estabelecendo uma relação de plena simbiose materno/filial. Após ser gratificada, a criança ainda no peito, volta a dormir para uma nova empreitada quando a fome lhe bater. A mãe, por sua vez, aguarda o próximo turno nutricional, plenamente satisfeita pelo papel de nutrir e ver seu filho crescer saudável e sereno.
Entre perdas de sonos, trabalhos domésticos ou profissionais, cotidiano corrido, etc.; a mãe suficientemente boa assume seu papel, não se estressa e ao contrário, fica feliz por vivenciar esta fase magnífica de pleno vínculo de amor.
Com o passar dos meses, a criança já descobre que aqueles seios pertencem a outra pessoa – sua mãe –. Inicia a fase onde além de buscar alimento, brinca com os seios da mãe. Morde-os, finge que está mamando mas só está brincando – sorri –, a mãe boa observa, intui e entende este movimento e no processo de separação, beija, abraça, fala, canta e sorri ao filho. Na sua sabedoria materna (pois isto é vivido quase que intuitamente), oferece como elemento de suporte de separação, bico, fraudas, bichinhos, etc. De forma afetiva e complementar leva a criança a ir se apegando a brinquedos para superar a ausência do peito, do não afeto. Promove em seu filho a potencialização para o brincar – nasce aqui a grande capacidade criativa – onde a criança precisa elaborar o seu mundo por ela mesma. O filho, ao observar e constatar a seguridade de afeto e proteção da mãe suficientemente boa, vai se entregar aos seus brinquedos sabendo que dentre em breve terá a presença afetiva e vitalizante da mãe. Assim estará protegido dos sintomas de angustias e ansiedades prevalecidas pela ausência real da mãe, pois nomeará nos brinquedos, seu campo de proteção. Como Winnicott bem esboçou: mãe – objeto transicional – filho. A mãe suficientemente boa torna-se a primeira e principal agente promotora da linguagem infantil – o brincar-.
Voltando à segunda pergunta inicial do texto – todas as mães são boas? Não, pois muitas não conseguem se estabelecer na condição materna, porque ao gerarem um filho, ainda estão na posição de espera pelo colo perdido delas mesmas, dificultando a maior vocação do exercício materno que é ser fonte de vida e amor – um amar sem distinção -, sem necessidade de ser retribuída, um amor gratuito.
A conquista pelo perfil de mãe boa é um aprendizado que se polariza entre altos e baixos, bom e ruim, vida e morte. A mãe ao entender a polaridade do sentimento humano, saberá se superar e polarizar-se no amor quando perceber-se no ódio ou no desejo de fugir de sua vocação materna. Este exercício é nos dias de hoje, ainda mais exigente, pois a sociedade de consumo preconiza a idéia do dar para receber, e a mãe boa na sua essência, só recebe se primeiro der.
Estas perguntas devem pautar o existir de todo o ser humano nascido de uma mãe… pois ainda não vimos alguém nascer de um útero artificial.
Sabemos que uma mãe não é sempre boa, pois se assim for, estará incorrendo na tentação do amor perfeito ou do mito do amor materno. Ser bom e ser mau, é condição humana, assim como é condição de todo ser vivo. Assim como o sol é bom quando em uma manhã de verão podemos fazer um delicioso lazer na praia; o mesmo sol poderá ser mau, na medida que queima e castiga plantações em períodos longos de seca. Por que não, a mãe ser boa e ser má?
Porém, a mãe boa, dentro de uma perspectiva de estabilidade do vínculo materno/filial, é aquela que consegue estabelecer critérios de um permanente estado de vínculo com o filho em relação à manutenção do afeto. É o que Winnicott, psicanalista inglês na qual pauto meu trabalho em ludoterapia, estabelece como “mãe suficientemente boa”, em que proporciona o encontro do vínculo afetivo pelas necessidades fisiológicas desde a amamentação até os processos de seperação, gerando confiança na criança que o peito que está sendo oferecido pela mãe é um gesto de querer, do desejo de nutrir. Também, já nas fases de independência do crescimento infantil, a motivação da mãe para ver o filho andar, e se desapegar na conquista do mundo, é uma motivação movida pela vontade de ver o filho crescer. É o processo de desapego para que o bebê passe à criança versátil e autônoma. Assim, quando uma criança consegue sentir que aquela mãe que o nutre e que posteriormente o estimula provida de um profundo amor, levará a criança a não temer a sua própria solidão.
A “mãe suficientemente boa” cria condições de separação gradual, oferecendo elementos de suporte ao filho em processo de crescimento. Outro elemento forte na teoria e Winnicott, é o “objeto transicional” utilizado pela criança como um mecanismo utilizado no processo de separação, em que nomeia um objeto externo ao vínculo, para aos poucos reparar as perdas na separação com a mãe. Consideramos “objeto transicional”: chupeta; fraudinha; bichos de estimação, etc., que são colocados no mundo da criança, de forma sábia, para que a mesma vá elaborando os lutos da separação. “Luto” ou “melancolia” são conceitos muito bem traçados pela psicanalista Melanie Klein, a qual também utilizamos em nosso processo estruturante para a terapia infantil.
Para o leitor visualizar melhor o que estou elaborando como mãe boa, trago uma cena muito comum para as mães em processo de amamentação do filho: - o recém nascido, absorto em seu sono profundo, cujas principais atividades é mamar e dormir, aos berros, acorda pedindo peito (leite). A “mãe suficientemente boa”, ao despertar-se com os berros do bebê, imediatamente prepara seus seios, higieniza-os para oferecer ao filho ganancioso pelo alimento, sugando desesperadamente os seios. Nos primeiros meses, para o bebê, os seios é como se fosse parte do corpo dele, onde mãe e filho se fundem como se fosse um, estabelecendo uma relação de plena simbiose materno/filial. Após ser gratificada, a criança ainda no peito, volta a dormir para uma nova empreitada quando a fome lhe bater. A mãe, por sua vez, aguarda o próximo turno nutricional, plenamente satisfeita pelo papel de nutrir e ver seu filho crescer saudável e sereno.
Entre perdas de sonos, trabalhos domésticos ou profissionais, cotidiano corrido, etc.; a mãe suficientemente boa assume seu papel, não se estressa e ao contrário, fica feliz por vivenciar esta fase magnífica de pleno vínculo de amor.
Com o passar dos meses, a criança já descobre que aqueles seios pertencem a outra pessoa – sua mãe –. Inicia a fase onde além de buscar alimento, brinca com os seios da mãe. Morde-os, finge que está mamando mas só está brincando – sorri –, a mãe boa observa, intui e entende este movimento e no processo de separação, beija, abraça, fala, canta e sorri ao filho. Na sua sabedoria materna (pois isto é vivido quase que intuitamente), oferece como elemento de suporte de separação, bico, fraudas, bichinhos, etc. De forma afetiva e complementar leva a criança a ir se apegando a brinquedos para superar a ausência do peito, do não afeto. Promove em seu filho a potencialização para o brincar – nasce aqui a grande capacidade criativa – onde a criança precisa elaborar o seu mundo por ela mesma. O filho, ao observar e constatar a seguridade de afeto e proteção da mãe suficientemente boa, vai se entregar aos seus brinquedos sabendo que dentre em breve terá a presença afetiva e vitalizante da mãe. Assim estará protegido dos sintomas de angustias e ansiedades prevalecidas pela ausência real da mãe, pois nomeará nos brinquedos, seu campo de proteção. Como Winnicott bem esboçou: mãe – objeto transicional – filho. A mãe suficientemente boa torna-se a primeira e principal agente promotora da linguagem infantil – o brincar-.
Voltando à segunda pergunta inicial do texto – todas as mães são boas? Não, pois muitas não conseguem se estabelecer na condição materna, porque ao gerarem um filho, ainda estão na posição de espera pelo colo perdido delas mesmas, dificultando a maior vocação do exercício materno que é ser fonte de vida e amor – um amar sem distinção -, sem necessidade de ser retribuída, um amor gratuito.
A conquista pelo perfil de mãe boa é um aprendizado que se polariza entre altos e baixos, bom e ruim, vida e morte. A mãe ao entender a polaridade do sentimento humano, saberá se superar e polarizar-se no amor quando perceber-se no ódio ou no desejo de fugir de sua vocação materna. Este exercício é nos dias de hoje, ainda mais exigente, pois a sociedade de consumo preconiza a idéia do dar para receber, e a mãe boa na sua essência, só recebe se primeiro der.
Perguntas que não querem calar...

Porque laranja chama laranja e limão nao chama verde?- Porque lojas abertas 24 horas possuem fechadura?
- O que as ovelhas contam para dormir? Homens pulando cerca?
- Porque que quem trabalha no mar se chama marujo? Entao quem trabalha no ar deveria ser Araujo?
- Porque "separado se escreve tudo junto e "tudo junto" se escreve separado?
- Porque se deve usar agulha esterilizada para injeçao letal em um condenado a morte?
- Como que os cegos sabem quando terminaram de se limpar quando estao no banheiro?
- Para que serve o bolso em um pijama?
- Porque os avioes nao sao fabricados com o mesmo material usado nas suas caixas pretas?
- Por que o Pato Donald depois do banho sai com uma toalha em volta da cintura, se ele nao usa short no desenho?
- Se o super homem tao inteligente, porque usa a cueca por fora da calça?
- O Pluto e o Pateta sao cachorros certo? Por que o Pateta fala e oPluto nao?
- Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?
- Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?
- Por que aquele filme do Kevin Costner se chama "Dança com Lobos" se só aparece um único lobo durante toda história?
- Por que as mulheres abrem a boca quando estao passando algum creme no rosto?
- Como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester? Se o vinho é líquido, como pode ser seco?
- Como se escreve zero em algarismos romanos?
- Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quandoa pilha está fraca?
- Por que pais e maes sao geneticamente programados para odiar som alto? Especialmente se for Rock?
- O instituto que emite os certificados de qualidade ISO9000 tem qualidade certificada por quem?
- Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo?
- Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, porque ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola?
- Por que quando você pára no sinal vermelho, tem sempre alguém no carro do lado com o dedo no nariz?
- Se depois do banho estamos limpos porque lavamos a toalha?
- Como foi que a placa "É Proibido Pisar Na Grama" foi colocada?
- Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar: "Onde foi que você o perdeu"?
SE OS HOMENS SAO TODOS IGUAIS, POR QUE AS MULHERES ESCOLHEM TANTO?
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