sexta-feira, 19 de outubro de 2007

A IDADE DE SER FELIZ.



Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.
-Mário Quintana-

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Apaixone-se !!!



"Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável. Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos. Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto. Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estasfórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém"

John Lennon

domingo, 7 de outubro de 2007


O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição. (Aristóteles)

Ser Aceito !!!


Ser aceito não é receber a concordância. É receber até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é como pessoa. Ser aceito é realizar a plenitude do sentido do verbo latino "accipio": - receber, tomar para si, acolher, perceber, ouvir, compreender, interpretar, sofrer, experimentar, aceitar... Ser aceito é ser percebido antes mesmo de ser entendido. E ser acolhido antes mesmo de ser querido. E ser recebido antes mesmo de ser ouvido. É ser compreendido antes mesmo de ser conhecido. É, pois, um estado de compreensão prévia, que abre caminho para uma posterior concordância ou discordância, sem perda do respeito fundamental por nossa maneira de ser.
Quer fazer alguém feliz? Aceite-o. E depois discorde à vontade. Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de longo alcance do que apenas os racionais. Implica intuição, compreensão milagrosa, conhecimento efetivo e afetivo do universo interior, cuidado com as cicatrizes e nervos expostos. Ser aceito revela, renova e faz crescer a nossa melhor dimensão.

Ser aceito é rememorar um momento de medo que foi aplacado, um olhar de amor e carência que encontrou resposta e afago, uma perda de si mesmo atendida no instante em que se deu, um exercício de bondade que não encontrou reprimida, julgamento, cobrança, medo, desconfiança ou agressão. Ser aceito é não ser preciso explicar. É não ser preciso definir. É não ser preciso ter para dar. É não ser preciso agradar. É não ser preciso embelezar, dourar a pílula, contabilizar o afeto ou ficar bem com os outros. Ser aceito é o milagroso mistério do afeto dos que não cobram retorno ou gratidão.

Artur da Távola

sábado, 6 de outubro de 2007

A mãe é sempre boa?



A mãe é sempre boa? Todas as mães são boas?
Estas perguntas devem pautar o existir de todo o ser humano nascido de uma mãe… pois ainda não vimos alguém nascer de um útero artificial.
Sabemos que uma mãe não é sempre boa, pois se assim for, estará incorrendo na tentação do amor perfeito ou do mito do amor materno. Ser bom e ser mau, é condição humana, assim como é condição de todo ser vivo. Assim como o sol é bom quando em uma manhã de verão podemos fazer um delicioso lazer na praia; o mesmo sol poderá ser mau, na medida que queima e castiga plantações em períodos longos de seca. Por que não, a mãe ser boa e ser má?
Porém, a mãe boa, dentro de uma perspectiva de estabilidade do vínculo materno/filial, é aquela que consegue estabelecer critérios de um permanente estado de vínculo com o filho em relação à manutenção do afeto. É o que Winnicott, psicanalista inglês na qual pauto meu trabalho em ludoterapia, estabelece como “mãe suficientemente boa”, em que proporciona o encontro do vínculo afetivo pelas necessidades fisiológicas desde a amamentação até os processos de seperação, gerando confiança na criança que o peito que está sendo oferecido pela mãe é um gesto de querer, do desejo de nutrir. Também, já nas fases de independência do crescimento infantil, a motivação da mãe para ver o filho andar, e se desapegar na conquista do mundo, é uma motivação movida pela vontade de ver o filho crescer. É o processo de desapego para que o bebê passe à criança versátil e autônoma. Assim, quando uma criança consegue sentir que aquela mãe que o nutre e que posteriormente o estimula provida de um profundo amor, levará a criança a não temer a sua própria solidão.
A “mãe suficientemente boa” cria condições de separação gradual, oferecendo elementos de suporte ao filho em processo de crescimento. Outro elemento forte na teoria e Winnicott, é o “objeto transicional” utilizado pela criança como um mecanismo utilizado no processo de separação, em que nomeia um objeto externo ao vínculo, para aos poucos reparar as perdas na separação com a mãe. Consideramos “objeto transicional”: chupeta; fraudinha; bichos de estimação, etc., que são colocados no mundo da criança, de forma sábia, para que a mesma vá elaborando os lutos da separação. “Luto” ou “melancolia” são conceitos muito bem traçados pela psicanalista Melanie Klein, a qual também utilizamos em nosso processo estruturante para a terapia infantil.
Para o leitor visualizar melhor o que estou elaborando como mãe boa, trago uma cena muito comum para as mães em processo de amamentação do filho: - o recém nascido, absorto em seu sono profundo, cujas principais atividades é mamar e dormir, aos berros, acorda pedindo peito (leite). A “mãe suficientemente boa”, ao despertar-se com os berros do bebê, imediatamente prepara seus seios, higieniza-os para oferecer ao filho ganancioso pelo alimento, sugando desesperadamente os seios. Nos primeiros meses, para o bebê, os seios é como se fosse parte do corpo dele, onde mãe e filho se fundem como se fosse um, estabelecendo uma relação de plena simbiose materno/filial. Após ser gratificada, a criança ainda no peito, volta a dormir para uma nova empreitada quando a fome lhe bater. A mãe, por sua vez, aguarda o próximo turno nutricional, plenamente satisfeita pelo papel de nutrir e ver seu filho crescer saudável e sereno.
Entre perdas de sonos, trabalhos domésticos ou profissionais, cotidiano corrido, etc.; a mãe suficientemente boa assume seu papel, não se estressa e ao contrário, fica feliz por vivenciar esta fase magnífica de pleno vínculo de amor.
Com o passar dos meses, a criança já descobre que aqueles seios pertencem a outra pessoa – sua mãe –. Inicia a fase onde além de buscar alimento, brinca com os seios da mãe. Morde-os, finge que está mamando mas só está brincando – sorri –, a mãe boa observa, intui e entende este movimento e no processo de separação, beija, abraça, fala, canta e sorri ao filho. Na sua sabedoria materna (pois isto é vivido quase que intuitamente), oferece como elemento de suporte de separação, bico, fraudas, bichinhos, etc. De forma afetiva e complementar leva a criança a ir se apegando a brinquedos para superar a ausência do peito, do não afeto. Promove em seu filho a potencialização para o brincar – nasce aqui a grande capacidade criativa – onde a criança precisa elaborar o seu mundo por ela mesma. O filho, ao observar e constatar a seguridade de afeto e proteção da mãe suficientemente boa, vai se entregar aos seus brinquedos sabendo que dentre em breve terá a presença afetiva e vitalizante da mãe. Assim estará protegido dos sintomas de angustias e ansiedades prevalecidas pela ausência real da mãe, pois nomeará nos brinquedos, seu campo de proteção. Como Winnicott bem esboçou: mãe – objeto transicional – filho. A mãe suficientemente boa torna-se a primeira e principal agente promotora da linguagem infantil – o brincar-.
Voltando à segunda pergunta inicial do texto – todas as mães são boas? Não, pois muitas não conseguem se estabelecer na condição materna, porque ao gerarem um filho, ainda estão na posição de espera pelo colo perdido delas mesmas, dificultando a maior vocação do exercício materno que é ser fonte de vida e amor – um amar sem distinção -, sem necessidade de ser retribuída, um amor gratuito.
A conquista pelo perfil de mãe boa é um aprendizado que se polariza entre altos e baixos, bom e ruim, vida e morte. A mãe ao entender a polaridade do sentimento humano, saberá se superar e polarizar-se no amor quando perceber-se no ódio ou no desejo de fugir de sua vocação materna. Este exercício é nos dias de hoje, ainda mais exigente, pois a sociedade de consumo preconiza a idéia do dar para receber, e a mãe boa na sua essência, só recebe se primeiro der.

Perguntas que não querem calar...





  1. Porque laranja chama laranja e limão nao chama verde?


  2. Porque lojas abertas 24 horas possuem fechadura?


  3. O que as ovelhas contam para dormir? Homens pulando cerca?


  4. Porque que quem trabalha no mar se chama marujo? Entao quem trabalha no ar deveria ser Araujo?


  5. Porque "separado se escreve tudo junto e "tudo junto" se escreve separado?


  6. Porque se deve usar agulha esterilizada para injeçao letal em um condenado a morte?


  7. Como que os cegos sabem quando terminaram de se limpar quando estao no banheiro?


  8. Para que serve o bolso em um pijama?


  9. Porque os avioes nao sao fabricados com o mesmo material usado nas suas caixas pretas?


  10. Por que o Pato Donald depois do banho sai com uma toalha em volta da cintura, se ele nao usa short no desenho?


  11. Se o super homem tao inteligente, porque usa a cueca por fora da calça?


  12. O Pluto e o Pateta sao cachorros certo? Por que o Pateta fala e oPluto nao?


  13. Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?


  14. Por que os Flintstones comemoravam o Natal se eles viviam numa época antes de Cristo?


  15. Por que aquele filme do Kevin Costner se chama "Dança com Lobos" se só aparece um único lobo durante toda história?


  16. Por que as mulheres abrem a boca quando estao passando algum creme no rosto?


  17. Como é que a gente sabe que a carne de chester é de chester se nunca ninguém viu um chester? Se o vinho é líquido, como pode ser seco?


  18. Como se escreve zero em algarismos romanos?


  19. Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quandoa pilha está fraca?


  20. Por que pais e maes sao geneticamente programados para odiar som alto? Especialmente se for Rock?


  21. O instituto que emite os certificados de qualidade ISO9000 tem qualidade certificada por quem?


  22. Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo?


  23. Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, porque ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola?


  24. Por que quando você pára no sinal vermelho, tem sempre alguém no carro do lado com o dedo no nariz?


  25. Se depois do banho estamos limpos porque lavamos a toalha?


  26. Como foi que a placa "É Proibido Pisar Na Grama" foi colocada?


  27. Por que quando alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar: "Onde foi que você o perdeu"?
    SE OS HOMENS SAO TODOS IGUAIS, POR QUE AS MULHERES ESCOLHEM TANTO?